quinta-feira, julho 26, 2012

O que realmente faz a diferença?

O que realmente faz a diferença?

Hoje tive um momento bem especial nas minhas reflexões com meu Pai. Sabe quando o filho vai passar as férias na casa do Pai? Pois é, resolvi lembrar que o Pai decidiu morar em mim, e aí fechei as portas para visitas, e dar única e exclusiva atenção a Ele. Sentar no chão da sala e conversar, sem hora pra acabar.

Nesse papo fiz uma pergunta que muito me incomodava: "O que, de fato, eu precisava para fazer a diferença no Reino dEle?" - Depois de um tempo Ele resolveu falar, em um daqueles jeitos bem peculiares dele. É...comigo Papai tem seus jeitos, suas pessoas, suas tecnologias.rs

Me disse que preciso ter consciência da minha vocação. Preciso saber de fato quem eu sou, o que me caracteriza. Coisas que eu faço com excelência e coisas que eu não sou bom mesmo.
Foi muito bom ouvir que devo ter mentores espirituais, mas que eu não preciso repetir as experiências ministeriais dos meus heróis.

Aí bateu uma angústia sabe... Será que estou vestindo a armadura de Saul? Quando na verdade o que Deus quer é que eu assuma minha identidade, seja como eu sou e mate meus gigantes com uma pedra...

A segunda coisa me deixou de joelhos e muito reflexivo... tratou da minha integridade, de vida santa.
É...só há uma variável do meu futuro está em minhas mãos, sob meu poder: a minha credibilidade, o meu caráter.

Jesus poderia ter entrado em Jerusalém ao som de: "Jesus, filho de Saul.", né? Saul não cuidou do seu futuro.

É, o pecado nunca deve ser algo normal na minha vida. Um grande homem chamado Brennan Manning já dizia, que o maior pecado é perder o senso do que é pecado. 
Nunca quero que chegue o dia  em que o pecado não me doa mais, não traga conflito, angústia. Quero sempre me olhar no espelho e sentir vergonha daquilo que sou como pessoa, isso exalta Aquele que veio para me ensinar a viver, a ser gente. Não quero trocar minha integridade pelo meu prazer.

Aí olhei pro Papai e disse que queria ser um herói na fé. Ao passo que ele me respondeu: Heróis são populares, os santos são anônimos. O que você deseja, meu filho?
Só consegui responder uma coisa: Ser parecido com você Papai...


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